sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Castanhas
Já começam a cair, misturando as estações do ano de uma forma a que não se estava habituado há alguns anos atrás.
As primeiras castanhas vêm no fim de setembro, às vezes com temperaturas ainda acima dos trinta graus. A visão da castanha como um fruto de outono, associada a chuva e tempo fresco tem tendência a alterar-se. Mas, mesmo assim, continua a ser uma actividade bucólica embora que "espinhosa".
E, no oásis que é Pedome, consegue-se ter vinho e castanhas nos mesmos terrenos. Brevemente haverá também azeite.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Mirazeite
Encontrei este artigo numa publicação na internet, alusivo ao azeite e a mais uma iniciativa original da câmara de Mirandela. A seguir ao segundo sistema de Metro em Portugal, agora é a vez do azeite municipal.
Bem...a foto é minha.
Três mil oliveiras | |
| Oliveiras de jardins de Mirandela rendem mil litros de azeite | |
| A câmara de Mirandela produz anualmente cerca de mil litros de azeite, proveniente das cerca de três mil oliveiras espalhadas pelos jardins, ruas e avenidas da cidade. Depois de embalado em garrafas de meio litro com o rótulo do município, o azeite é oferecido pela autarquia às individualidades que visitam o concelho bem como aos participantes em diversos eventos desenvolvidas pelo município. Dessa forma, a câmara considera que promove o produto e o concelho.Não passa despercebido a quem circula pelas ruas da cidade, a presença de vários funcionários da câmara municipal de Mirandela na apanha da azeitona nas cerca de três mil oliveiras espalhadas pelos jardins, ruas e avenidas da cidade. Para além das oliveiras que estão em produção plena, também foram plantadas oliveiras a dividir as faixas de rodagem das avenidas de Mirandela. Contudo, estas árvores acabam por não contribuir para a produção de azeite do município, dado que têm que ser cortadas, frequentemente, para não dificultarem a visibilidade dos condutores. “Temos cerca de duas a três mil oliveiras mas há muitas que não têm produção porque como estão em ambiente urbano são podadas para beneficiar mais o ambiente urbano do que a produção” refere o vice-presidente do Município. Em média, todos os anos o Município consegue colher cerca de três toneladas de azeitona que resulta em cerca de mil litros de azeite.“Em anos normais apanhamos cerca de três mil quilos o que nos dá mil litros de azeite e é o que contamos ter este ano” adianta António Branco.Após a apanha, a azeitona é transformada nos lagares da região. Posteriormente, este Azeite DOP (Denominação de Origem Protegida) é embalado em garrafas de meio litro com o rótulo do município, que são oferecidas pela autarquia às individualidades que visitam o concelho, bem como aos participantes em diversos eventos desenvolvidas pelo município.“Este azeite é embalado e normalmente faz parte das ofertas que a camara entrega a entidades que nos visitam, em actividades e eventos usado em favor da promoção da cidade e do azeite” explica. Refira-se ainda que a CMM colocou placas nas diversas oliveiras que se encontram a embelezar a cidade, para identificar as diversas variedades cultivadas pela autarquia, nomeadamente a cobrançosa, a verdeal transmontana e a madural. Estas são, igualmente, as variedades produzidas pelos agricultores do Nordeste Transmontano, devido à composição dos solos da região. | |
sábado, 22 de maio de 2010
Azeite de Valpaços

Encontrei esta notícia numa publicação digital que enche de orgulho todos aqueles que pertencem ao concelho de Valpaços:
Azeite de Trás-os-Montes DOP (Denominação de Origem Protegida) continua a somar prémios. Desta vez, num concurso nacional realizado na Feira Olivomoura, na capital do Azeite Alentejano, em Moura.
Mais um motivo de orgulho para a Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD).
O presidente refere que é mais um reconhecimento do esforço que tem sido realizado pelos produtores regionais para melhorarem a qualidade do seu azeite.
“É também uma lição para o que tem acontecido nos últimos tempos. É preciso entender que em Portugal produz-se do melhor azeite do Mundo. Em Trás-os-Montes e no Alentejo. E a capacidade de produção só pode crescer apostando na qualidade”, diz.
António Branco espera que com a sucessão de prémios nacionais e internacionais que o Azeite de Trás-os-Montes tem ganho, faça com que os governantes finalmente despertem para esta realidade, e comecem a valorizar o que de bom este país tem ao nível dos produtos regionais.
“A verdade é que estes produtores estão a garantir uma qualidade no mercado e uma visibilidade ao azeite de Trás-os-Montes e que, com isso, aumente o preço”, diz, porque “o azeite que está a ser comercializado não tem esta qualidade”.
E, mais uma vez o Associativismo. Para o presidente da AOTAD só com o agrupamento de produtores será possível marcar presença e valorizar o Azeite cá dentro, mas principalmente lá fora, nos mercados internacionais.
“É precisamente criar condições para uma internacionalização estratégica dentro da fileira. Não temos interesse em vender azeite em grandes quantidades. Queremos é vender azeite de qualidade e a bom preço”, sublinha.
No Concurso Nacional de Azeite Virgem da Olivomoura, na categoria de Azeite Virgem Extra DOP, a Medalha de ouro foi para a Quinta Vale do Conde, a Medalha de Prata para a Cooperativa dos Olivicultores de Valpaços, e a Medalha de Bronze para a Casa Agrícola Roboredo Madeira.
Na categoria de Azeite Virgem Extra, no Modo de Produção Biológico, a Medalha de Ouro foi atribuída à Casa Agrícola Roboredo Madeira, a Medalha de Prata coube à Cooperativa dos Olivicultores de Valpaços.
Na categoria de Azeite Virgem Extra, a Medalha de Prata foi para a Cooperativa dos Olivicultores de Valpaços.
Brigantia, 2010-05-21
