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domingo, 16 de maio de 2010

Os heróis caem de pé

Acabou-se o sonho, a esperança, caiu por terra a bandeira que mais nos uniu nos últimos tempos. Nas últimas semanas todos fomos dela porta-estandartes, a todos nos orgulhou o David que com armas desiguais e até com humilhantes desaires à mistura, nos ia mantendo orgulhosos do clube que sempre representou a região.
E foram heróis, no fim caíram de pé, sem estrondo e até com orgulho. Saímos tristes, claro, não é porque todos os nossos juntos, ganham muito menos do que só um dos deles, que ficaríamos consolados. Tristes, porque é triste que Trás-os-Montes já não tem uma equipa nem na liga de Honra e até a nossa honra se desmoraliza quando não se adivinha um futuro muito risonho para a região que nos fez homens e mulheres para engrossar as fileiras dos subúrbios do mundo.
A eles, esses bravos e acompanhantes fica no entanto o meu louvor, e o contentamento de que foi um jogador do Desportivo, o único a marcar um golo português no final da taça nos últimos cinco anos. Antes do Clemente, um açoriano, tinha sido um transmontano, Simão Sabrosa.

terça-feira, 13 de abril de 2010




Desportivo na final

Como já se previa, o Desportivo lá estará presente na final, ele e nós que continuamos a acreditar que vencer o Rio Ave vai ser possível. Se não for o Rio Ave, melhor ainda, será ainda mais deliciosa a vitória.
Desta vez nem os detractores do costume que até acham que terceiros, nem que sejam árbritros, poderão ajudar os transmontanos, imagine-se...foi limpinho, sem espinhas. Nem sequer era preciso ganhar, mas teve que ser assim.
Fica-me no entanto uma dúvida: porque será tão dificil ganhar na segunda liga? Não interessa agora, o momento é de festa.
É de Chaves é de Chaves. Força.

terça-feira, 23 de março de 2010



É de Chaves é de Chaves

Aí está a demonstração que faltava para os mais incrédulos. Veio ao de cima a velha raça, a força e o querer transmontanos. Como habitualmente e seguindo a velha sina que nos caracteriza, em condições desfavoráveis, com armas desiguais, em inferioridade numérica, mas mesmo mesmo no fim acabamos por vencer. Assim são os transmontanos, assim foi hoje o desportivo e há dois séculos tinham sido as linhas dos defensores de Chaves.
Hoje, na vitória sobre a Naval, lembrei-me de heróis de outrora, de Raúl Águas, Padrão, Radi e os transmontanos António Borges, Diamantino, Gilberto e Areias, até aos mais actuais Castanheira e Lameirão, não esquecendo um minhoto que também encarnou o espírito transmontano: Carlos Carvalhal.
Mas são os heróis de hoje que estão de parabéns, sendo o primeiro o Tulipa. A ele ergo a minha tulipa de vinho frisante de Pedome: Viva o Desportivo, na final da taça derrotaremos seguramente o Rio Ave.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Desta vez, os caminhos do blog levam-nos por outras paragens. O futebol, sim, pela primeira vez. Mas nada de estranhar, pois em Pedome sempre houve adeptos ferrenhos do Desportivo. E na lembrança ficam, para além das vitórias, os bons momentos passados após os jogos, na adega do Quim, no Campo da Fonte.
Desta vez, com um cheirinho dos gloriosos momentos de outrora, o Desportivo luta pela subida à divisão de honra. Ontem disputou-se em Penafiel um jogo de enorme intensidade, tendo o Chaves conseguido um empate promissor para a segunda mão. Fica aqui uma pequena lembrança e também o testemunho que até por aqui se encontra gente da nossa terrinha. Um abraço Hernâni.