segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Bastardo (Ruço)



Quem ler só o título deste post, poderá pensar que o texto se trata de algum filho ilegítimo de um português e alguém de leste. Nada de mais errado. Trata-se apenas de uma casta muito típica por Pedome, o Bastardo Ruço. Uns são filhos, outros enteados e outros bastardos, nesta caso ruço, pois existe também o bastardo legítimo, que é preto. Parece um contrassenso, mas não, as uvas provêm sempre de progenitoras castas, por isso os bastardos são tão legítimos como os outros.
Estas uvas, para além de terem um sabor excelente, são ricas em açúcar, quando maduras, sendo o vinho proveniente delas, de alto teor alcoólico.
Esta está a pedir que a cortem.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Segada







E, como previsto, a segada lá se fez. Com o mesmo calor intenso de sempre, mas com muito menos preparação do que outrora.
Às foices desabituadas de tais lides, por anos de ausência de contacto com a palha seca, juntava-se o amadorismo e falta de prática continuada de segadores e atador.
Mas, no fim, fica o consolo de um bom e saudável momento passado nos velhos hábitos e excelentes costumes de Pedome.

domingo, 25 de agosto de 2013

Incêndios


Numa vaga de incêndios sem precedentes que praticamente tornaram o verde que é Pedome, numa ilha, rodeado de negro por todos os lados. E, impunemente, continuam a alastrar por aí incêndios numa onda de devastação que nada deixa a quem já pouco tem.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Regresso em tons cinzentos


Após uma pausa, eis que o regresso não é nas cores que se pretendia. Volta o cinzento e negro dos incêndios, regressa a saga e o tormento ano após ano, na semana em que se sabe que isto sempre acontece.
Sempre na mesma altura do ano, sempre nos mesmos lugares, soando a fatalidade...
Não haverá castigo para esta gente?

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Depois


O blogue vai de férias. Neste período de estio, após posts e mais posts, comentários e moderações, chega a altura de fazer uma pausa.
Talvez um mergulho no que restar das águas do ribeiro, ou simplesmente, saborear um copo do fresco branco à sombra da ramada. À noite sobrará seguramente tempo para poder apreciar as estrelas que fogem dos centros urbanos e se refugiam em céus que as acolhem libertos de poluição.
Depois, depois virá o que vier, porque o melhor do período de férias é não haver depois.
Um bom descanso.