Pronto, nem toda a gente pode gostar dos transmontanos, que nos insultem ou se riam dos inslutos, alto lá. Quem não se sente, não é filho de boa gente. Por mim, caro Zé, caro Nuno, passem bem que eu sem vocês também vivo.
"...jamais seremos vencidos, porque somos transmontanos".
Um excerto do hino do Grupo Desportivo de Chaves e um mote regional.
Este fim de semana foi mesmo por um "cibinho" que o Desportivo não carimbou o passaporte para a 1ª liga de futebol e, mais uma vez, representar futebolisticamente a nação transmontano no mais alto patamar do futebol nacional.
Ainda não foi desta, mas, será numa das duas próximas batalhas, seguramente.
São assim os transmontanos, pode-se gostar mais ou menos, mas nada a fazer, é mesmo assim.
Em outros locais, os prémios de um torneio de sueca poderiam passar por viagens, prémios monetários, telemóveis ou outras mariquices parecidas. Aqui, nada disso, os Prémios começam logo em dois cordeiros. Mais nada!
Pois! Faz-se destes pequenos nadas, a Páscoa. Destes monumentos que se chamam folares. Uma ode à capacidade criativa transmontana, aos saberes e aos sabores, à deliciosa tradição que nos trouxe aqui.
Boa Páscoa.
Agora que o Inverno entrou em modo normal, com chuva e frio como é apanágio da estação, uma volta pelas ruas de Pedome, num dos mais esplendorosos adros que existem, pese embora a pequena dimensão da capela.
É isto, todo um mundo condensado num fim de tarde.