quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A espreitar do ouriço



Neste ritmo interminável de colheitas, eis que ainda não acabaram as vindimas e já espreitam as castanhas.
Depois de um ano miserável, o ano passado, parece que a castanha deste ano não se deu mal com a seca e está aí a chegar em força, saudável e saborosa.
Quem quer quentes e boas?

domingo, 20 de setembro de 2015

A certeza da colheita


O culminar de um ano de canseiras. Numa colheita que parece de excelência, foi altura de algumas experiências com quatro vinhos diferentes, sendo este o principal.
O tempo confirmará se de facto o que parecia uma excelente época resultará em vinhos de igual calibre.

domingo, 13 de setembro de 2015

Houve festa




Cumpriu-se a tradição e a chuva, como muitas vezes também acontece no dia da festa da Srª dos Remédios, fez questão de aparecer.
Houve festa.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Moscatel


É do conhecimento geral que "o moscatel não vai ao tonel".
Resulta esta afirmação, da convicção geral que uma uva com um sabor de excelência seria boa demais para fazer vinho. Associado a isto, o facto de amadurecer muito cedo, o que motiva ainda mais a sua colheita precoce, como uva de mesa.
Pois bem, em Pedome, sempre que o ano o permite, faz-se vinho de moscatel.
Este foi um desses anos e, esta uva que se vê na foto, já está transformada em néctar que segue o processo normal de fermentação.

domingo, 30 de agosto de 2015

Super Lua na Super Terra



A lua em Pedome é sempre super, quanto mais não seja porque é a que se vê em Pedome, e isso apenas, já bastava para a tornar grandiosa.
Mas este sábado, por sorte da astronomia ou milagre de um dia quente de Verão, tornou-se naturalmente super.
Um dia, com  uma lente mais poderosa, será ainda a lua de Pedome mais hiper mega grandiosa, pois para ser maravilhosa basta vê-la de lá.

domingo, 19 de julho de 2015

Há sempre alguém que semeia



Como se extrai das palavras de Manuel Alegre, em "Trova do vento que passa", há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não.
Só não se resiste à saudade.
Afiemos as lâminas que é tempo de segada.

"...Mas há sempre uma candeia 
dentro da própria desgraça 
há sempre alguém que semeia 
canções no vento que passa. 

Mesmo na noite mais triste 
em tempo de servidão 
há sempre alguém que resiste 
há sempre alguém que diz não. "

Manuel Alegre