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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Clarão



O que é aquele clarão ao fundo que se vê por trás de Bobadela?
Chaves, é verdade. De Pedome vê-se Chaves, pelo menos à noite. Não propriamente a cidade, mas a sua luz.
Somos uns privilegiados.
Boa noite.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Feira de Santos de Chaves



A arte de fazer carpins, não morreu. A necessidade de os vender na feira de Santos em Chaves, também não.
Talvez, com a aparecimento dos novos povoadores, esta até seja uma das novas virtudes e uma oportunidade de negócio para os novos “Jeep”.
O preço para quem os vende poderá não ser muito apelativo. Para quem os compra parece até demasiado barato. Dois pares: 5 euros.
Faz-se também destes momentos a história da feira anual de Santos, repleta de outras estórias.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Saudoso percurso da 63


A camioneta nº 63 da Auto Viação do Tâmega está intimamente ligada à história de Pedome, pelo menos dos últimos 70 anos. No site da própria empresa pode-se ler o seguinte:

Quando em 19 de Maio de 1944 , o Sr. Teodoro de Freitas e o Sr. Alberto Augusto Antas, ambos já falecidos, subscreveram a escritura publica desta empresa no Cartório Notarial de Chaves, por certo que não imaginavam a importância que a mesma iria ter para a região. Consta nessa escritura que o Capital social era de 498.79 Euros, repartido em proporções iguais pelos fundadores. Iniciaram a actividade com um camião de carga, passando mais tarde á compra de um autocarro da marca Volvo, matricula SP-10-87, de 31 lugares, cujo o custo foi de 99.75 Euros, e destinado a fazer a carreira de serviço publico entre Chaves e Vinhais, constituindo assim a primeira concessão oficial. Como nota curiosa há a salientar que o sócio fundador Teodoro de Freitas, manteve-se á frente da empresa até ao ano de 1976. Foi o seu dinamismo e vontade férrea que catapultou a empresa para o lugar de destaque que a mesma já tinha quando por motivos de força maior cedeu a sua posição.

À parte algum lapso que haja quanto à moeda em causa, retém-se uma coisa relevante: A Auto Viação de Tâmega teve como origem, no que ao transporte de passageiros diz respeito, a carreira Chaves - Vinhais. Fiquei agora a saber que tal carreira era feita com um veículo Volvo. No meu tempo, tal era assegurado pela “fabulosa” Leyland nº 63. Aos comandos o Sr. Norberto, coadjuvado pelo Sr. Santarém, que mais tarde tomaria ele próprio os comandos em “Agente Único”.
Esta carreira, num percurso tão diverso, entre Chaves e Vinhais, está cheio de peripécias. Algumas delas, haverá aqui tempo para as contar, outras, se alguém as quiser partilhar, será um bom exercício, senão, ficarão para o esquecimento ou para a lembrança de quem as viveu.
Uma das coisas caricatas nesta carreira era o horário que parecia estar feito para não servir ninguém. Passava em Pedome às 8.20 horas da manhã, às 14.15 horas da tarde e às 20.15 horas da noite, isto no sentido Vinhais-Chaves, incompatível portanto com os horários escolares. Esta artimanha administrativa, no tempo em que os livros de reclamação não estavam à mão de semear, levava-nos a organizarmo-nos em caravanas de transporte colectivo privado, de modo a apanhar às 6 horas da madrugada, a camioneta na Bolideira, outra aberração de horário, que nos punha em Chaves às 7 horas da manhã, quando as escolas abriam às 8.30 horas. Hoje seria um método apelidado de tortura e justificação para todo o insucesso escolar, esperar mais de uma hora ao relento, no tempo das geadas e do impiedoso nevoeiro flaviense.

Continua…

Nota: A imagem não é da 63, não consegui uma foto da lendária camioneta, será provavelmente o chasso da 64, uma UTIC Leyland miserável que conseguiu juntar o fim de duas marcas.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Chaves - Concurso de fotografia

Aqui está uma iniciativa que aplaudo e aconselho.

Alemão ganha Festimage 2010


Concurso que promove Chaves no mundo ultrapassou os três mil concorrentes

Aurel Dahlgrün, um jovem alemão de 20 anos, foi o grande vencedor do Festival Internacional da Imagem (Festimage) 2010, um concurso da Câmara Municipal de Chaves para promover o nome da cidade no mundo.

“Estou tão feliz! Não consigo descrever em palavras o que sinto!”, disse o jovem vencedor quando soube dos resultados do concurso, que este ano contou com 3.046 participantes de 83 países. A imagem, a preto e branco, que vai valer ao jovem estudante de arte um prémio de 5 mil euros, retrata duas crianças de um grupo étnico seminômada do Quénia e do Norte da Tanzânia, os massais. Mas Aurel Dahlgrün não foi o único alemão a ser premiado. O segundo classificado, Michael Schlegel, é seu compatriota.

Os terceiro e quatro prémios vão para a Áustria, para Oleksandr Hnatenko e Wakolbinger Christian. O quinto prémio foi atribuído a Joan Pratts, argentino radicado em Espanha, aquele que tem sido um dos países com maior número de participações no Festimage.

Este ano, o júri responsável pela escolha dos cinco melhores trabalhos, entre os 50 finalistas, foi constituído pelo fotógrafo francês Georges Dussaud, por Jeff Stellick, director da Ottawa School of Art, do Canadá, por Margherita Verdi, coordenadora didáctica da Fonda-zione Studio Marangoni di Firenze, Itália, e por Olga Korsunova, fotógrafa e directora-geral do Centro de Informação do “FotoDepartament” de São Petersburgo, Rússia. Por sua vez, a selecção dos trabalhos admitidos a concurso e a escolha dos 50 finalistas (Júri de Admissão) foi da responsabilidade de Cristina Dantas, professora do Instituto Português de Fotografia.

Paralelamente ao concurso propriamente dito, o Festimage inclui ainda um Prémio do Público, que nesta edição foi ganho por Oleg Oprisco, da Ucrânia.

O Festimage processa-se em exclusivo via “net”. Mas, a partir de 8 de Julho, vai “desvirtualizar-se”. Os 50 trabalhos finalistas vão dar corpo a uma exposição, que terá lugar na galeria do Cine-Teatro de Chaves. Além disso, com alguns dos trabalhos finalistas serão também feitas telas de grandes dimensões, que serão expostas nas fachadas de alguns edifícios da zona histórica da cidade. De há alguns anos a esta parte as obras finalistas têm igualmente participado no “Outono Fotográfico”, evento que se realiza anualmente na cidade espanhola de Ourense.

Espanha continua com maior número de participações

À semelhança do que tem acontecido em edições anteriores, o maior número de concorrentes é de Espanha (428). Com 414 participantes, Portugal surge imediatamente a seguir. Em terceiro surge a Alemanha (316), seguida da Argentina (293), do Brasil (284), da Itália (232), da Rússia (170), da França (136) e da Índia (125).

O evento teve ainda considerável participação de concorrentes da Colômbia, Áustria, México, Israel, Cuba e Suíça.

Este ano a selecção dos trabalhos admitidos a concurso e a escolha dos 50 finalistas (Júri de Admissão) foi da responsabilidade de Cristina Dantas, professora do Instituto Português de Fotografia. A taxa de rejeição foi de 29,7 por cento.

Margarida Luzio, Semanário Transmontano, 2010-06-18

quarta-feira, 4 de novembro de 2009



















A feira de Santos em Chaves é sempre um acontecimento de dimensão regional. Desta vez para além das actividades normais da feira, há que ressalvar a forte dimensão cultural da mesma, como se pode comprovar pelas imagens.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Embora fora de época, fica aqui esta igauria da cozinha da região.
Para os que não os podem comer em Pedome, porque as matanças (do porco, claro...) acabam a um ritmo inversamente proporcional à ocorrência de incêndios fora de época, dou-vos a boa notícia de que é possível comê-los em restaurantes em Chaves.
O Aprígio, onde durante muitos anos se bebeu vinho de Pedome, é um dos exemplos.
Para os que rumarem a Norte na Páscoa, fica a sugestão.