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sexta-feira, 8 de julho de 2011
terça-feira, 20 de julho de 2010
A minha vista
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
Noctívagos
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sábado, 17 de abril de 2010
Passeando de Lamborghini
A grandiosidade de um passeio tem muito a ver com as expectativas criadas. Assim, passear de Lamborghini poderá ter um determinado valor se for efectuado em Varese, na Lombardia, Tuscânia ou até em Paris, Londres ou na Califórnia.
Mas o que é isto comparado com um passeio nessa bomba inventada pelos italianos, em plenos caminhos de Pedome?
Tudo isto em 4x4 e com ventilação natural. Tem destas coisas maravilhosas a vida. Tudo é relativo e sempre dependente do valor que se lhe dá.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009

É o fim das colheitas. Do centeio, das batatas, legumes e até das uvas. Tempo de recolha e armazenamento para o Inverno. Setembro sempre foi um mês de fartura. Ficam os restolhos como lembrança, à espera que venham as primeiras chuvas para também eles entrarem numa nova época de rebentos para o gado.
Fecha-se um ciclo abre-se outro. Assim é a natureza, assim é a vida.
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Mais um dos moínhos de Pedome, o moínho da Srª Irene.
Este moínho, apesar de estar em ruínas como todos os outros, tem um encanto especial. As ruínas, vistas em planta, são uma autêntica obra de arte que comprovam o engenho e a arte de quem os imaginou e construiu. Vale a pena uma visita, até porque para além do moínho, toda a área é extremamente agradável. O acesso, esse infelizmente, está cada vez mais difícil.
terça-feira, 21 de abril de 2009

Fica aqui um excerto de um livro sobre a emigração de gentes de Pedome. Tudo fantasia na verdade, embora alguns dos nomes sejam dos heróis locais. Aos interessados numa cópia, é só pedirem.
Maio chegou como sempre. Dias longos de fome extrema.
Os aprovisionamentos da colheita passada tinham sido todos devorados pelo Inverno prolongado. Os novos ainda estavam muito longe. O centeio ainda não estava na altura de cegada. Nem sequer aqueles molhos que desafiando as leis da natureza se cegavam antes do tempo, de modo a enfrentar a extrema ausência de alimentos.
O dia-a-dia era feito de desenrasques. Um caldo em casa do Tio Ferrador, um copo no Melo. Grande homem, era a adega do povo.
A venda aos domingos dos tremoços curados no ribeiro sempre davam para mais um copito quando o Melo já não podia ceder mais.
- Isto não é vida, afirmava Videira no largo da capela.
- Então que queres? Retorquiu-lhe o Melro habituado a dias iguais de geração em geração.
Na fome eram todos iguais, mas não na eterna capacidade de desenrascanço. Aí Videira batia-os a todos.
- Verás. Este ano não sei se chego à festa de Tronco.
E mais não disse. Não era só para manter o enigma. À escuta estava sempre um Bufo. E para mais, o terceiro domingo de Agosto, altura da festa do Sr. Dos Passos, a melhor das aldeias à volta, aproximava-se já e tão pouco o Videira tinha a certeza de que os seus planos se concretizariam.
Os aprovisionamentos da colheita passada tinham sido todos devorados pelo Inverno prolongado. Os novos ainda estavam muito longe. O centeio ainda não estava na altura de cegada. Nem sequer aqueles molhos que desafiando as leis da natureza se cegavam antes do tempo, de modo a enfrentar a extrema ausência de alimentos.
O dia-a-dia era feito de desenrasques. Um caldo em casa do Tio Ferrador, um copo no Melo. Grande homem, era a adega do povo.
A venda aos domingos dos tremoços curados no ribeiro sempre davam para mais um copito quando o Melo já não podia ceder mais.
- Isto não é vida, afirmava Videira no largo da capela.
- Então que queres? Retorquiu-lhe o Melro habituado a dias iguais de geração em geração.
Na fome eram todos iguais, mas não na eterna capacidade de desenrascanço. Aí Videira batia-os a todos.
- Verás. Este ano não sei se chego à festa de Tronco.
E mais não disse. Não era só para manter o enigma. À escuta estava sempre um Bufo. E para mais, o terceiro domingo de Agosto, altura da festa do Sr. Dos Passos, a melhor das aldeias à volta, aproximava-se já e tão pouco o Videira tinha a certeza de que os seus planos se concretizariam.
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quarta-feira, 25 de março de 2009
Para os que não os podem comer em Pedome, porque as matanças (do porco, claro...) acabam a um ritmo inversamente proporcional à ocorrência de incêndios fora de época, dou-vos a boa notícia de que é possível comê-los em restaurantes em Chaves.
O Aprígio, onde durante muitos anos se bebeu vinho de Pedome, é um dos exemplos.
Para os que rumarem a Norte na Páscoa, fica a sugestão.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Que fantástica tarde de Verão no Souto. Aí onde também jogávamos à bola, partíamos o candeeiro ao Avelino e incomodávamos a Tia Bárbara.Estes, a geração dos que estão a entrar nos quarenta, alguns nos cinquenta e o "Tio" Paulo, o puto do grupo, com excepção dos filhos da São.
Este era um grupo coeso, de grandes amigos, cúmplices de farras, de bebedeiras, de alegria. A todos eles um abraço apertado.
Armando Sena
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Lindas, não? E saborosas. Um regalo para a vista e para a boca. Ouvi dizer que lá para as terras do tio Sam também as há. Hummm, só vendo.
No fim de semana do Entrudo estão convidados. Apareçam e provaremos também o tinto.
Saudações a todos.
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